quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Aspectos da vida na Escandinávia (VII)

A Cerveja

A cerveja não chega a ser uma instituição, mas o povo da Escandinávia gosta muito. Preferem gelada, mas tomam à temperatura ambiente tranqüilamente (às vezes se deixar fora da geladeira congela). Na Dinamarca, a maior cervejaria é a conhecida Calrsberg, mas o povo prefere a Tuborg, um pouco mais cara e mais encorpada. Aliás, acho que esse é o principal critério de qualidade da cerveja, o sabor marcante. As latas de alumínio de 0,5 litro fazem muito sucesso, mas tem de 0,33 também.
A cerveja, como todas as bebidas alcoólicas, são caras, tem de pesquisar as promoções e esquecer um pouco a qualidade se quiser tomar uma a preços brasileiros. O governo deu uma anabolizada nos impostos sobre as bebidas porque o povo daqui e muito chegado a um pileque e achou por bem dar uma controlada.
O curioso sobre a cerveja é a variedade.
Tem de toda cor, nacionalidade, graduação alcoólica, tamanho, lata, descartável e garrafa retornável qual aquelas antigas de guaraná – e de todo preço, claro. A famosa Guinnes, irlandesa, custa o equivalente a R$ 8. Mas a do dia-a-dia custa uns R$ 3 na promoção do supermercado. Normalmente custa uns R$ 4. Gelada é R$ 8 ou R$ 10. No bar dá para tomar não, porque serviço é o que custa mais caro por aqui. Então o povo bebe em casa e já chega bêbado nos pubs.Ó. Paga-se pela embalagem separadamente e o povo já está acostumado a ver o acréscimo na conta do supermercado. E se você quiser devolver (até mesmo a lata), recebe de volta o que pagou. Vale também para qualquer refrigerante.

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